coracao

Cuide do coração do pet

Com impactos diretos na saúde e expectativa de vida dos animais, as doenças cardíacas apresentam sintomas silenciosos, que, muitas vezes, passam desapercebidos. Por isso, é imprescindível que o tutor consiga identificar alguns sinais de alerta do pet para procurar ajuda.

Para auxiliar os tutores, a Médica Veterinária e Gerente de Produtos da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal, Priscila Brabec, listou os sete sinais mais comuns apresentados por cães cardiopatas.

  • Tosse: Por conta da cardiopatia a irrigação sanguínea é prejudicada, o que exigirá um esforço maior do coração. Isso, pode gerar problemas respiratórios que serão evidenciados através de uma tosse seca e constante.
  • Dificuldades respiratórias. Qualquer alteração no padrão respiratório do pet é um sinal de alerta. No caso de problemas cardíacos, o animal pode apresentar falta de ar, respiração acelerada, dificuldades respiratórias, suspiros, entre outros.
  • Desmaios: As alterações respiratórias podem prejudicar a oxigenação no cérebro, e isso, estimulará desmaios. Caso o animal perca a consciência é necessário buscar ajuda imediata do veterinário 
  • Fadiga excessiva: Sinais de cansaço extremo ou fraqueza após qualquer atividade, indisposição para passeios, brincadeiras ou exercícios, são algumas das alterações comportamentais apresentadas por cães cardiopatas
  • Alterações alimentares: Perda de peso repentina associada a falta de apetite extrema são sinais que podem estar ligados as cardiopatias e são alertas importantes.
  • Alteração comportamentais: Isolamento, dificuldades para dormir, inquietação, entre outras alterações comportamentais merecem atenção e podem ser indícios de problemas cardíacos.
  • Inchaço: As doenças respiratórias podem causar edemas no corpo do pet. Entre as áreas mais comuns estão abdômen e patas.

“É importante reforçar que qualquer mudança repentina no comportamento do pet deve ser comunicada ao veterinário. Dessa forma, o profissional avaliará o animal e realizará os exames necessários para identificar qual patologia está afetando o cão. No caso das doenças cardíacas, o diagnóstico precoce é imprescindível, pois o tratamento irá auxiliar no aumento da expectativa de vida do cão” finaliza Priscila.

 

Fonte: http://blogs.correiobraziliense.com.br/maisbichos/cuide-do-coracao-do-pet/

app

APP de Brasília facilita adoção

Muita gente não sabe o que fazer quando encontra um bichinho perdido na rua. Outros não sabem onde procurar quando pretendem adotar um novo amigo de quatro patas. Lançado nesta semana, a segunda versão do aplicativo Adota Pet Go, desenvolvido em Brasília, pode ajudar nessa empreitada. Ele é como um “Tinder” de adoção: com um sistema de geolocalização, mostra os pets mais próximos do futuro tutor. O app pode ser baixado aqui.

app02

“A ideia surgiu quando apareceram dois gatos e dois cachorros perdidos em frente à minha casa”, conta Marlon Henrique Ramalho Afonso, um dos desenvolvedores do aplicativo, formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas no Centro Universitário IESB. “Tive muita dificuldade para conseguir doá-los. Tentei com amigos próximos, Facebook, Whatsapp e tive que pedir auxílio para uma petshop”, continua.

Como estava na faculdade, fazendo a matéria de dispositivos móveis, Marlon se uniu ao colega Ruben Santos de Almeida e, juntos, criaram o aplicativo, com o apoio do professor do IESB Orion Teles.

O Adota Pet GO funciona assim: um usuário pode publicar um animal para adoção com nome, foto, pequena descrição, espécie, raça e localização. Os interessados em adotar recebem uma lista dos animais que estão mais perto, usando o sistema de geolocalização do aplicativo, e podem conversar com o tutor temporário do animal por meio de um chat. O app pode ser usado em qualquer lugar do mundo e já tem tradução para o inglês.

“O curso de Análise de Sistemas do IESB nos ajudou bastante a desenvolver esse projeto. No final do curso, nós entregamos a primeira versão do Adota Pet como projeto final”, conta Marlon.

A nova versão já está disponível na Google Play, a loja de aplicativos para dispositivos Android.

 

Fonte: http://blogs.correiobraziliense.com.br/maisbichos/app-de-brasilia-facilita-adocao/

comidapet

Pet precisa comer mais no inverno?

Uma dúvida muito frequente entre donos de cães e gatos na época do inverno é sobre a alimentação. Afinal, eles sentem mais fome no frio? É preciso aumentar a quantidade de alimento?
A resposta é: NÃO!
Embora algumas pessoas incrementem as refeições dos pets, alegando que eles precisam de mais calorias para manter a temperatura corporal, essa conduta está errada. Sem saber, essas pessoas estão contribuindo para um desequilíbrio alimentar, que pode levar a um quadro de sobrepeso e até mesmo à obesidade de seus animais!
Segundo a médica veterinária Keila Regina de Godoy, gerente de capacitação técnico-comercial da PremiR Pet, inverno brasileiro pode ser considerado ameno e, via de regra, não implica uma maior necessidade calórica para os pets. “Principalmente se levarmos em conta que a grande maioria dos cães e gatos que têm dono vive dentro de casa e não fica exposta por longos períodos às baixas temperaturas. Além disso, é comum o uso de camas, roupinhas e cobertores para proteger do frio”, explica Keila.
Ela diz que, em países onde o frio é bem mais intenso, o organismo do animal tem um gasto energético adicional para manter a temperatura corporal. “Nesses locais de inverno rigoroso, os cães e gatos podem necessitar de um incremento na quantidade de alimentação para compensar as necessidades, principalmente se frequentam áreas externas à residência”, esclarece.
Portanto, vale o alerta: em país tropical como o Brasil, o inverno não é desculpa para aumentar a comida do pet. “Exceto se o animal viver ao relento em um local de frio intenso, por exemplo, um cão de pastoreio no Rio Grande do Sul”, exemplifica Keila. Em caso de dúvidas, ela orienta consultar sempre o médico veterinário antes de mudar algo na alimentação do pet.
E, atenção: nesses meses mais frios é muito importante não descuidar da hidratação do pet, pois ele pode sentir menos sede e ingerir menos água. Vale, então, caprichar na oferta de água sempre limpa e fresca e evitar muita exposição a aquecedores.
Fonte: http://blogs.correiobraziliense.com.br/maisbichos/pet-precisa-comer-mais-no-inverno/

coracao

O coração do seu pet está saudável? Confira alguns cuidados necessários

Muitas doenças do coração são causadas por falta de cuidados ao longo da vida do pet
Muitos pets, principalmente depois de idosos, desenvolvem certos problemas de saúde. Mas o que nem todo tutor sabe é que vários poderiam ser evitados, por meio de hábitos alimentares ou atividade física, por exemplo. Tudo depende de como é a rotina do cachorro e em que condições é criado. O coração, por exemplo, é um dos primeiros órgãos a ser afetado, quando cuidados não são tomados.
Inclusive, às vezes o animal pode apresentar sinais de alguma determinada doença, causada pelo coração e o tutor não saber qual a motivação da enfermidade. Por isso, o cachorro deve ser levado constantemente ao médico, para fazer check-ups. É uma maneira de evitar um problema futuro ou mesmo iniciar o tratamento de doenças ainda nos primeiros estágios, o que torna o tratamento muito mais efetivo.

Doenças cardíacas em cães
Algumas enfermidades podem afetar o coração dos cachorros, como:
• Insuficiência cardíaca congestiva – Uma diminuição progressiva da capacidade do coração de bombear o sangue
• Arritmias – Um distúrbio do batimento cardíaco, podendo estar muito acelerado, muito lento ou irregular
• Degeneração da válvula mitral – Essa estrutura separa as duas câmaras do coração e com essa doença fica enfraquecida. Pode até permitir que o sangue volte para o pulmão, formando um edema.
• Dirofilariose (Verme do Coração) – É causada por um verme que invade o coração e pode ser letal.

É mais comum observar esses problemas em cães de meia idade ou idosos. Além disso, determinadas raças têm predisposição a doenças no coração, como Dobermann, Boxer, São Bernardo e Afghan Hound. Cachorros menores como poodle, yorkshire e pincher também podem desenvolver.
É importante saber que doença cardíaca e insuficiência cardíaca não são sinônimos. A segunda pode ser consequência da primeira, quase nunca é um evento repentino ou inesperado. Normalmente é provocada por uma falha progressiva dos órgãos do corpo por causa de um coração que já não funciona muito bem.
Quais os sintomas de um coração doente?
O cansaço é um dos sinais que o animal pode apresentar. Se o pet estiver muito quieto, abatido e sem ânimo para brincar ou movimentar-se, pode ser preocupante. Ao passear com o bichinho é um bom momento para notar se ele tem dificuldade para respirar.
A falta de ar também pode desencadear uma tosse seca, típica de doenças do coração. A má circulação de sangue nos pulmões ou acúmulo de fluido pode ser responsável por esse incômodo.
Além disso, a falta de apetite e a consequente perda de peso merecem atenção. Isso inclusive pode provocar desmaios e sinais de fraqueza no pet. Qualquer sinal desses deve ser averiguado pelo veterinário imediatamente.
Cães com problemas cardíacos também podem ter sede constante. O corpo do pet retém líquido, o animal bebe muita água, porém não urina na mesma proporção.
Até a distensão abdominal (abdômen inchado) pode ser considerada uma indicação de algum problema mais sério. Isso pode ocorrer em decorrência da insuficiência cardíaca congestiva.

Como funciona o diagnóstico
O veterinário fará muitas perguntas a respeito do comportamento do animal, além de examiná-lo. É necessário, então, o tutor estar atento aos sinais do companheiro e não se esquecer de citar todosos detalhes possíveis na hora da consulta.
Também podem ser solicitados exames de urina e sangue, além de ultrassom para avaliar o corpo do pet. O ecocardiograma Doppler é um específico que mede o fluxo de sangue através do coração. O raio-X também consegue ver qualquer alteração nas estruturas do coração e junto ao Doppler, consegue oferecer uma análise completa.

Meu pet tem uma doença no coração, e agora?
Observou alguns sintomas? Leve o pet direto ao veterinário, que ele é o mais adequado para indicar medicamentos, métodos para tratar e para identificar a maneira mais eficaz de resolver a complicação na saúde do animal.
Depois dessa etapa, alguns cuidados básicos devem ser seguidos em casa mesmo. Exercícios extremos não são indicados a cães com qualquer disfunção no coração, isso pode piorar o quadro. Além disso, variações bruscas de temperatura também podem fazer mal ao animal.
A alimentação precisa ser equilibrada, somente na base de uma ração de qualidade. Existem até algumas específicas para os animais com doenças cardíacas, que contêm baixo nível de sódio e fósforo. Esse tipo de comida mais saudável pode inclusive auxiliar até na hipertensão e na redução do inchaço e de líquido acumulado.

Dá para prevenir problemas no coração?
O primeiro passo é manter a alimentação do pet sempre balanceada. Nada de incluir comidas gordurosas, como doces e guloseimas que humanos comem. O cachorro deve sempre comer uma ração de qualidade, que já tem todos os nutrientes e vitaminas necessários à saúde do animal. Se o cachorro não ingerir gordura em excesso, boa parte da saúde do coração dele já estará garantida.
Praticar exercícios é bom em qualquer situação, mas nessa em específico é ainda mais fundamental. Quanto mais sedentário for o cão, maiores as chances de ele desenvolver algum problema de saúde, principalmente no coração.
Fazer check-ups e levar continuamente o animal ao veterinário ajuda a descobrir previamente qualquer enfermidade. E o tratamento fica ainda mais fácil e eficaz quando se sabe o estágio e a intensidade da disfunção.
Com os cuidados necessários e muito amor ao pet, o coração dele vai estar sempre saudável.

Fonte: http://canaldopet.ig.com.br/cuidados/saude/2017-06-14/cuidados-coracao-cachorro.html

travel

Planeje a viagem de julho com o pet

A menos de um mês de julho, já está mais do que na hora de planejar a viagem com o pet. Esse é um desejo de muitos tutores: de acordo com uma pesquisa da momondo, buscador de passagens aéreas e reservas de hotéis, 33% dos brasileiros gostariam de levar o melhor amigo nas férias, mas não conseguem fazer isso. Já 15% afirmam que evitam viajar para não deixar os mascotes sozinhos. E, ainda, 7% se arrependeram da viagem porque não puderam levar os peludos.
A boa notícia é que, com planejamento, dá para incluir o amigo de quatro patas naquela viagem tão sonhada. As companhias aéreas permitem o transporte dos bichinhos e é cada vez mais comum encontrar acomodações conhecidas como pet friendly, que aceitam a estadia dos animais de estimação. Entretanto, existem algumas regras para garantir que você e seu companheiro peludo tenham uma viagem segura, tranquila e feliz. Por isso, a momondo preparou um guia para o seu amigão não ficar de fora das próximas férias. Confira!

Antes de tudo, check up no veterinário
Uma visitinha ao médico é fundamental para conferir a saúde do seu mascote e verificar se a carteirinha de vacinação está em dia. É importante fazer isso com antecedência porque algumas vacinas precisam ser aplicadas pelo menos três semanas antes da viagem para ter a eficácia garantida. E depois disso, o veterinário assina o passaporte do peludo e atesta que ele está apto a viajar.
Documento para o pet? Sim!
Se a viagem é para o exterior, os animais também precisam de identificação. É necessário um passaporte nos países que fazem parte do PETS Pet Travel Scheme. O documento contém informações sobre vacinas, número do microchip, além da assinatura de um veterinário. Como o sistema PETS ainda não é padronizado, vale pesquisar sobre as políticas de viagem com animais tanto no país de partida quanto no de chegada, já que há lugares em que os peludos não são aceitos.
Outro cuidado super importante, principalmente se o seu amigão for daqueles que gostam de vagar ao ar livre, é a utilização de plaquinha de identificação com número de telefone e o endereço do local onde você vai ficar. Isso pode ajudar a encontrá-lo mais facilmente, caso ele se perca.

Nas viagens de avião
É importante checar qual é a política da companhia aérea para embarcar com animais, já que cada empresa possui suas próprias regras e preços. Mas vale saber, por exemplo, que existe a possibilidade do seu bichinho de pequeno porte ir junto com você na aeronave. Isso depende do peso dele, o que varia de acordo com a empresa. Nesse caso, a caixa de transporte deve ser de um modelo aprovado pela IATA e precisa caber debaixo da poltrona da frente. E ainda que seja tentador, o seu pet não pode sair da caixinha em momento algum. Os animais de maior porte voam no bagageiro. A ideia pode parecer assustadora, mas os profissionais a bordo sabem quando há um animal lá embaixo e costumam deixar o espaço iluminado, ventilado e aquecido. Mas, independentemente da companhia escolhida, o ideal é chegar pelo menos três horas antes do horário de embarque, assim, você tem tempo suficiente para garantir o tratamento correto para o seu bichinho.

Se você for de carro
Animais soltos no carro podem causar distrações perigosas, por isso, é importante investir em equipamentos de segurança. Cestas de proteção especiais, com uma barreira para manter o seu pet longe do assento da frente podem ser uma opção, assim como coleiras para carro, que são seguras e ainda deixam um pouco de espaço no banco detrás. Nas viagens mais longas, faça uma parada a cada duas ou três horas para que o seu animalzinho possa fazer as necessidades. Um pouco de ar puro e movimento para alongar as pernas e relaxar antes de seguir viagem é bom para todo mundo, inclusive para os donos.
Procure uma acomodação pet friendly
É cada vez mais comum encontrar acomodações que aceitam pets, entretanto, é sempre bom checar as regras e se há cobrança de taxas extras em cada estabelecimento. Alguns hotéis oferecem serviços pet friendly extras, com caminhas confortáveis, mimos diversos e, em alguns casos, até um cardápio especial.

O que levar na mala do pet
Assim como você pode ter os seus amuletos e manias, os bichinhos também encontram conforto tendo algo familiar por perto. Um cobertor ou um brinquedo favorito podem ajudar o seu pet a relaxar, além de mantê-lo ocupado durante a viagem. Outra dica importante é não deixar para comprar a comida dele no destino final, porque você pode nem achar a marca ou tipo certo de alimento. O ideal é levar de casa, mas também não é nada fácil sair por aí com quilos de ração. Uma boa ideia é carregar comida suficiente para alguns dias e contatar um veterinário local para saber se a sua marca está disponível na região. E não esqueça de levar água extra no caso de longas viagens de carro.

horario_verao

Horário de verão também afeta adaptação dos pets; saiba o que muda

Amado por uns e detestado por outros, o horário de verão começou à 0h do domingo (16) e também pode afetar os pets, que precisam se acostumar com a alteração no relógio.

Enquanto em humanos a adaptação pode levar até duas semanas, nos animais esse tempo cai, em média, para uma semana. Se os donos podem sofrer alterações de humor e de apetite, nos pets não é diferente. Podem ficar mais sonolentos, pedir comida em horários diferentes, ficar mais ansiosos e latir mais.

“Adiantamos o relógio, mas não conseguimos fazer isso com o relógio biológico. Muda também a temperatura do ar, que acaba influenciando nos horários de passeios e de alimentação”, explica a veterinária Gabriela Bianchi, da rede Petz.

A orientação da veterinária é manter a rotina antes e depois do novo horário. No entanto, alterações podem ser necessárias até a adaptação do bichinho.

No caso dos pets que só fazem as necessidades na rua, os passeios podem ser mais demorados. Além disso, eles podem preferir se alimentar em outro horário do que o normalmente oferecido, influenciados pela temperatura mais amena, por exemplo.

De acordo com Bianchi, os problemas de adaptação podem afetar qualquer raça ou idade.

“Porém, com altas temperaturas que vêm com o novo horário e o verão, as raças braquicefálicas sofrem mais, por conta da própria anatomia”. São os cães de focinho curto, como pug, buldogues e shih tzu, mais vulneráveis a doenças respiratórias.

fonte: http://bompracachorro.blogfolha.uol.com.br/2016/10/15/horario-de-verao-tambem-afeta-adaptacao-dos-pets-saiba-o-que-muda/

  • 638848-970x600-1
  • 638847-970x600-1
  • 638845-970x600-1
  • 638844-970x600-1
  • 638843-970x600-1
  • 638842-970x600-1
  • 638841-970x600-1
  • 638839-970x600-1
  • 638838-970x600-1

Fotos de gatinhos substituem anúncios de produtos no metrô de Londres

Fotos de gatinhos substituem anúncios de produtos no metrô de Londres

Por SÍLVIA HAIDAR
Os gatos invadiram a estação Clapham Common do metrô de Londres. Ou melhor, 68 fotos de bichanos que estão disponíveis para adoção na Battersea Dogs and Cats Home e na Cats Protection, duas das maiores ONGs de proteção animal do Reino Unido.

A iniciativa é do coletivo criativo Glimpse, que criou uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter para arrecadar 23 mil libras esterlinas (cerca de R$ 100 mil) e realizar o projeto “Citizens Advertising Takeover Service”, ou apenas CATS.

O objetivo da campanha é substituir as propagandas convencionais de produtos por imagens desses felinos maravilhosos. E, claro, estimular a adoção também.

Segundo o coletivo, é cansativo ficar olhando para anúncios de produtos que você não quer ou não pode comprar. Não é muito melhor observar fotos de gatinhos? [de acordo com experiências feitas por esta blogueira que aqui escreve, olhar para um gato ou somente para a foto de um bichano provoca um sorriso involuntário, reduz a ansiedade e causa uma instantânea sensação de bem-estar].

James Turner, fundador do Glimpse, afirmou no seu blog: “Este não é um golpe de marketing inteligente para uma marca de alimentos para animais, ou uma campanha de guerrilha para uma nova série de TV. As pessoas por trás disso são voluntários que arrecadaram dinheiro no Kickstarter. Nós queremos inspirar as pessoas a pensarem de forma diferente sobre o mundo e perceber que elas têm o poder de mudá-lo”.

Parece que James Turner captou bem a filosofia de vida felina, não é?

A exposição começou na segunda-feira (12) e ficará na estação Clapham Common até o dia 26 de setembro.

Fonte: http://gatices.blogfolha.uol.com.br/